Como a Genética pode melhorar seu rebanho?

Todas as características são, em partes, herdadas dos pais, mas também são influenciadas por outros fatores. Como exemplo, uma vaca pode ter ótima habilidade genética para produção de leite; porém, sua produção será reduzida em consequência de nutrição inadequada, parto complicado, período seco curto, mastite, ou seja, não adianta a melhor genética se o manejo não for adequado.

Para um bom rebanho leiteiro é importante manter ótima genética e excelente manejo.

Características que identificam uma boa vaca são:

  • Alta produção de leite com alta porcentagem de gordura, proteína e lactose;
  • Longa vida produtiva;
  • Problemas reprodutivos mínimos;
  • Conformação que reduz a incidência de mastite e doenças de casco;
  • Resistência a doenças;
  • Conversão alimentar eficiente.

O que Selecionar?

















O ganho genético irá depender do reprodutor escolhido e da intensidade de uso de cada um deles. Ao estabelecer a estratégia para um programa de acasalamento, o primeiro passo é a definição do objetivo zootécnico, ou seja, o que se deseja imprimir no rebanho.

O objetivo zootécnico deve levar em conta situação particular de cada propriedade e visar a produção de animais com desempenho máximo em relação ao ambiente ao qual serão submetidos.

As características podem variar de acordo com a remuneração do leite recebida pelo produtor, focando os acasalamentos para aumentar o volume total de leite ou para aumentar os sólidos do leite. Também, deverão ser consideradas as características melhoradoras necessárias para cada rebanho.

As características de conformação a correção de defeitos existentes no rebanho para características relacionadas a uma vida produtiva mais longa. O úbere é a característica que tem a maior relação com longevidade produtiva, especialmente a colocação de tetas, a profundidade e o ligamento do úbere anterior.

  • vacas com profundidade de úbere intermediária permanecem mais tempo no rebanho.
  • úbere muito raso (próximo ao corpo) em geral indica baixa produção.
  • úberes muito baixos são mais susceptíveis a mastite e injúrias.

Vacas - úberes bem implantados para aguentar altas produções; aprumos (pernas e pés) bem dimensionados para proporcionar aos animais maior conforto na sua postura.

As características MORFOLÓGICAS (conformação) preconizar a correção de defeitos existentes no rebanho para características relacionadas a uma vida produtiva mais longa.

O úbere é a característica que tem a maior relação com longevidade a produtiva, especialmente a colocação de tetas, a profundidade e o ligamento do úbere anterior.

  • vacas com profundidade de úbere intermediária permanecem mais tempo no rebanho.
  • úbere muito raso (próximo ao corpo) em geral indica baixa produção
  • úberes muito baixos são mais susceptíveis a mastite e injúrias.

Vacas - úberes bem implantados para aguentar altas produções; aprumos (pernas e pés) bem dimensionados para proporcionar aos animais maior conforto na sua postura.

As pernas, principalmente as traseiras devem ser consideradas. Eliminar animais que possuem pés com má conformação, problemas de fertilidade, mastite. O tamanho do animal é importante nas pistas de exposições, pois vacas altas e fortes tendem a receber pontuação final melhor.

Quando se estabelece o objetivo zootécnico, o programa de seleção não deve conter mais do que três características. A tentativa de corrigir muitas características ao mesmo tempo reduz consideravelmente a taxa de ganho genético.

Uma vez estabelecido o objetivo zootécnico, e identificadas as características desejadas, o próximo passo é a seleção de touros, no caso da Crystal Genetics, você pode customizar seu reprodutor.

Para cada 50 vacas selecione 3 a 4 touros.