CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS

Estatura

Baixa a Alta

Em rebanhos não melhorados, altas pontuações são desejáveis;
em rebanhos já melhorados, vacas medianas são mais longevas.

Característica Leiteira

Grosseira a Angulosa

Nesta característica subjetiva, avaliamos a habilidade leiteira dos animais, buscando vacas extremamente angulosas: com bom espaçamento entre costelas, cabeça descarnada com pescoço delgado e feminino, com barbela discreta, ossos planos e coxas moderadamente musculosas e encurvadas.

Força (Largura do Peito)

Frágil a Forte

Deve-se buscar uma base do peito larga, com ampla separação dos membros anteriores, o que indica maior área pulmonar e cardíaca.

Profundidade Corporal

Raso a Profunda

Observamos o animal de perfil e traçamos uma linha imaginária entre a região dorso-lombar e a porção posterior do esterno.
Animais com baixa profundidade possuem uma capacidade de ingestão de alimentos menor que as de grande profundidade. A baixa ingestão de alimentos diminui a capacidade de produção de leite das vacas.

Largura da Garupa

Estreita a Larga

Esta característica está relacionada com a facilidade de parto; quanto mais larga a garupa, mais fácil o nascimento do bezerro.

Ângulo da Garupa

Alta a Baixa

Tem uma relação direta com o desempenho reprodutivo da vaca, relacionado com uma drenagem adequada do útero. O ideal que seja intermediária, nem alta nem baixa, para que as funções reprodutivas sejam a contento, por exemplo facilitar o parto.
Ângulos alterados podem desencadear distocias, ou seja, dificuldades para a vaca parir o bezerro.

Pernas Vista Lateral

Retas a Curvas

O classificador avalia a curvatura na região do jarrete, traçando uma linha imaginária que parte da articulação coxo-femural passando no meio da perna descendo até o casco. A grande angulosidade ou se está em linha reta não é desejável, pois pode proporcionar sobrecargas em ligamentos e ossos, sendo desejável que seja intermediária.

Pernas Vista Posterior

Fechadas a Paralelas

O escore ideal para posição das pernas é em torno de 0, indicando animal com pernas abertas e paralelas. Pernas em formas de gancho indicam jarretes fechados, que podem comprimir e diminuir o espaço a ser ocupado pelo úbere, aumentando as chances de traumatismos e, consequentemente, de ocorrência de mastite (-3). Pernas arqueadas podem causar problemas nas articulações (+3).

Ângulo do Casco

Baixo a Alto

O escore ideal para posição das pernas é em torno de 0, indicando animal com pernas abertas e paralelas. Pernas em formas de gancho indicam jarretes fechados, que podem comprimir e diminuir o espaço a ser ocupado pelo úbere, aumentando as chances de traumatismos e, consequentemente, de ocorrência de mastite (-3). Pernas arqueadas podem causar problemas nas articulações (+3).

Pernas e Pés

Fechadas a Paralelas

Referente às pernas posteriores, o classificador avalia a curvatura na região do jarrete, traçando uma linha imaginária que parte da articulação coxo-femural passando no meio da perna descendo até o casco. A pontuação ideal para esta característica é intermediária, com pernas levemente curvas de forma que o animal caminhe com facilidade.

Úbere Anterior

Frouxo a Firme

A inserção deve ser firme e suave com o abdômen; o ideal é uma inserção extremamente forte.

Altura do Úbere Posterior

Baixo a Alto

Indica o potencial da capacidade para a produção de leite.
A observação é feita pela distância entre a vulva e o ponto onde termina o tecido secretor. Quanto mais alto, maior a capacidade para suportar o peso do úbere.

Largura do Úbere Posterior

Estreito a Largo

A largura do úbere posterior é outra característica capaz de indicar o potencial de produção da vaca. O ideal são os úberes extremamente largos.

Ligamento

Fraco a Forte

É o principal suporte do sistema mamário, auxilia o úbere a se manter acima do jarrete e separa o úbere em duas metades (direita e esquerda). Desejável que seja acima de zero, sendo este o padrão de normalidade da raça. Números superiores indicam ótima capacidade do ligamento em manter o úbere na posição desejada, mesmo com o acúmulo de lactações.

Profundidade do Úbere

Profundo a Raso

Nesta característica devem ser levados em consideração o número de partos e a idade do animal. Ela é medida na base dos tetos (piso do úbere) em relação ao jarrete. Úberes baixos (profundos) devem ser evitados já que, apesar de poderem indicar maior capacidade de produção, eles estão mais suscetíveis a traumatismos e infecções. Por outro lado, úberes muito rasos não suportam altas produções.

Colocação dos Tetos Anteriores

Abertas a Fechadas

Nesta característica devem ser levados em consideração o número de partos e a idade do animal. Ela é medida na base dos tetos (piso do úbere) em relação ao jarrete. Úberes baixos (profundos) devem ser evitados já que, apesar de poderem indicar maior capacidade de produção, eles estão mais suscetíveis a traumatismos e infecções. Por outro lado, úberes muito rasos não suportam altas produções.

Colocação dos Tetos Posteriores

Abertas a Fechadas

Nesta característica devem ser levados em consideração o número de partos e a idade do animal. Ela é medida na base dos tetos (piso do úbere) em relação ao jarrete. Úberes baixos (profundos) devem ser evitados já que, apesar de poderem indicar maior capacidade de produção, eles estão mais suscetíveis a traumatismos e infecções. Por outro lado, úberes muito rasos não suportam altas produções.

Comprimento dos Tetos

Curtas a Compridas

Tetos ideais têm um comprimento intermediário de 5 a 7 cm, objetivando uma correta ordenha.